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Empreendedorismo
Polos EaD
emprego-rapido.net
Por que {re}pensar o ensino, agregando receitas permanentes para suas instituições, sem interferir na programação determinada pelo MEC, com atividades extraclasse e, como fazer?
O ensino superior no país vive quase um apagão. Existe uma enorme evasão, muito provavelmente pela baixa qualidade do ensino, mesmo com mensalidades reduzidas. As universidades focam diplomas e não habilidades.
Pouco se vê no país as atividades extra curriculares que geram significativas receitas, como se vê no gráfico abaixo.
A solução está na estruturação de um rede de centro de empreendedorismo e inovação integrado com o ecossistema da instituição que ao mesmo tempo, acelere a empregabilidade do aluno e, principalmente, aberto a sua comunidade como forma de conquistar novos players.
Existem no país muitos cursos de empreendedorismo, a grande maioria teórica, sem uma prática efetiva, cerca de 4.000 websites e mais de 5 milhões de interessados, sem uma rede de relacionamento profissional.
As necessidades dos alunos são múltiplas e, independentemente, do grau ou instituição escolhida, tem que conhecer antecipadamente as dificuldades em entrar no mercado de trabalho, assunto que fica cada vez mais importante face ao encolhimento de algumas profissões e o avanço da inteligência artificial. Da mesma forma deve ter a sua disposição cursos gratuitos de marketing pessoal, técnicas de entrevista e materiais relacionados, além do inglês básico, com os profissionalizantes em cada área específica.
É importante registrar que a maior parte das oportunidades de trabalho derivam das indicações, daí a importância do networking profissional pouco valorizado pelos estudantes.
A segunda observação é que todas as instituições de ensino superior ou do ensino médio, nos EUA, têm seus centros de empreendedorismo, sempre, conectados em redes, pois o exemplo A pode servir no local B e assim por diante, o que não existe no Brasil, daí a importância das redes. e networking pouco usado no país.
O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO
Por que se dar importância ao empreendedorismo, também, no ensino médio? A escola de forma isolada, ou junto com um grupo de professores associados, estruturando seu Centro de Empreendedorismo (CE) podem ter uma receita maior do que as mensalidades ou remunerações fixas. As despesas diretas mais altas dos colaboradores contratados via CLT, em grande parte, podem ser substituídos pelos alunos e mestres empreendedores, futuros proprietários das startups criadas.
Tais fatos se observa nos EUA onde toda universidade e muitas escolas secundárias, têm seu centro de empreendedorismo, algumas já conquistando alunos na fase pré-faculdade, parceria que deveria ser implantada no país, principalmente quando não houver espaço disponível na escola.
Baseado nas informações acima, como desenvolver uma estratégia para que as instituições de ensino no país obtenham um significativo resultado com as atividades extracurriculares?
O exemplo maior são as 30 mil startups incubadas no MIT / EUA que faturaram US$ 1,9 trilhão (!) em 2016. Neste cenário não devemos se perguntar: Quanto seus mestres, colaboradores e da própria universidade tiveram de receitas?
MIT's Entrepreneurship Ecosystem
Muito obrigado pela visita!
Flávio U. L. Motta
e-mail: flavio.lacerda.motta@gmail.com
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